“Se a polícia francesa não consegue deter ataques dentro do seu território, o treinamento dado à polícia brasileira não servirá em nada.” A frase, em tom de ameaça e desafio, foi postada por um grupo chamado de “Ansur al-Khilafah Brazil”.
Os brasileiros convertidos muçulmanos juram lealdade ao Estado Islâmico. A informação que corre pelas agências de notícias e pela comunidade de informação serve como um alerta. O terrorismo religioso pode bater na porta do Brasil.
A questão não é um devaneio. O jornalista Marcelo Rech, analista do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, disse que o Brasil precisa avançar muito em políticas e ações de controle de ameaças terroristas.
“Um ataque terrorista nunca é improvisado. É pensado, são avaliados os riscos, o grau de visibilidade que vai se ter. Então, o Estado tem que estar um passo à frente e eu diria que, hoje, o Estado está dez passos atrás”, declarou Rech.
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