Greve de policiais na Paraíba e ameaças em Pernambuco e Espírito Santo

Manifestação policiais da Paraíba
Policiais da Paraíba fazem manifestação e decidem paralisar duas atividades/Divulgação
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A exemplo da Polícia Militar do Ceará, a Polícia Militar da Paraíba também iniciou um movimento paredista nesta semana. Ontem à tarde, numa confusão em Sobral com policiais amotinados, o senador e ex-governador Cid Gomes (PDT) foi baleado no peito. Segundo as informações desta manhã, ele não corre risco de vida.

Na Paraíba, os agentes das polícias Militar e Civil e Bombeiros fizeram a primeira paralisação de 12 horas ontem. À noite, informou o site paraíba.com ao menos 28 viaturas foram atacadas tendo os pneus murchos e até rasgados. Os suspeitos são policiais que estariam tentando impedir outros de fazerem rondas.

Vídeos nas redes sociais mostram homens encapuzados, e armados, em motos com as placas viradas. O desembargador Leandro Santos decretou a ilegalidade e pediu a suspensão da paralisação dos policiais civis, militares e bombeiros da Paraíba.

“Estamos negociando com o governo desde maio do ano passado e o que pedimos é que a verba chamada de desempenho, seja incorporada a médio prazo ao salário e [o governo] sempre vem pedindo prazo e não resolve. Estamos cumprindo o que a assembleia deliberou no dia 05 e iniciar a paralisação”, disse o presidente da Associação de Defesa das Prerrogativas dos Delegados de Polícia da Paraíba (Adepdel), Steferson Nogueira.

Em Pernambuco, os policiais civis descartaram realizar greve durante o Carnaval. A categoria realizou um protesto por reajuste salarial, pagamento de hora extra, melhores condições de trabalho, além da reestruturação do plano de cargos e carreiras.

No Espírito Santo, há movimentos de policiais também por greve. O Ministério Público fez uma advertência que os protestos não devem violar a ordem pública.

líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), alertou, em entrevista ao Correio, que é “extremamente delicada e perigosa” a onda de insatisfação entre membros das polícias militares de diferentes estados com “baixos salários e péssimas condições de trabalho”.

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