Dos dez parlamentares da bancada que representa o Distrito Federal presentes na sessão desta tarde do Congresso Nacional, apenas dois foram contra a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro ao Projeto de Lei 3055/97, do Senado, aumentando de 1/4 de salário mínimo para meio salário mínimo o limite da renda familiar per capita para idosos e pessoas com deficiência terem acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Votaram contra a derrubada, os deputados Bia Kicis (PSL) e Luís Miranda (DEM). O senador Izalci Lucas (PSDB) não marcou seu voto no painel de votações. (Veja a relação abaixo). Foram 137 votos a favor do veto na Câmara, contra 302 votos contrários. No senado, 45 votaram pela derrubada do veto e 14 pela manutenção.
Segundo o deputado Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro da Cidadania, pasta que cuida do programa, o impacto será de R$ 60 bilhões, mas os parlamentares a favor da derrubada do veto indicam que cálculos do próprio governo indicam um aumento de R$ 11 bilhões nas despesas com o benefício.
No Senado, votaram favoráveis à derrubada, os senadores Antonio Refuffe (Podemos) e Leila Barros.
Na Câmara, a votação foi a seguinte:
| Bia Kicis | PSL | Sim | |
| Celina Leão | PP | PlPpPsd… | Não |
| Erika Kokay | PT | Não | |
| Flávia Arruda | PL | PlPpPsd… | Não |
| Julio Cesar Ribeiro | Republican | PlPpPsd… | Não |
| Luis Miranda | DEM | PlPpPsd… | Sim |
| Paula Belmonte | Cidadania | Não | |
| Professor Israel Batista | PV | Não | |



















