Coronavírus pode ficar quatro horas numa moeda e três dias no plástico

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Uma equipa de cientistas norte-americanos divulgou um estudo que revela que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) pode permanecer ativo durante até quatro horas nas superfícies de cobre das moedas, 24 horas em superfícies de cartão e entre dois a três dias nas superfícies de plástico ou de aço inoxidável como as torneiras.

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Os resultados preliminares do estudo, realizado por investigadores do Instituto Nacional para Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, da Universidade de Princeton, da Universidade da Califórnia e dos Centros para Controlo e Prevenção de Doenças de Atlanta foram publicados, esta terça-feira, na revista científica The New England Journal of Medicine.

Os especialistas analisaram as vias de transmissão tanto do SARS-CoV-2, surgido em dezembro, em Wuhan, na China, como do vírus responsável pelo surto da síndrome respiratória aguda grave (SARS-CoV-1), de 2003. A investigação incidiu sobre a transmissão destes vírus de pessoa para pessoa, por via aérea através de gotículas ou eventuais aerossóis (pequenas partículas que permanecem suspensas no ar e que se podem dispersar por longas distâncias), tendo-se analisado ainda o tempo que ambos permanecem em diferentes tipos de superfícies (de plástico, aço inoxidável, cobre e cartão).

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