O presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês), Philip Craven, disse que os Jogos Paralímpicos Rio 2016 “são os Jogos do povo”.
“A ligação entre o espírito paralímpico e os cariocas está presente. Está fabuloso. Estou muito feliz”, disse o dirigente.
Destacou a marcante vitória do argelino Abdellatif Baka, no domingo, nos 1.5000m, quando o corredor conquistou o ouro na classe T3 (para atletas com baixa visão) com um tempo de 3min48s29.
A marca, um novo recorde mundial e das paralimpíadas para a prova, é inferior aos 3min50 do norte-americano Matthew Centrowitz, que levou o ouro na mesma prova nos Jogos Olímpicos Rio 2016.
“Temos um número extraordinário de atletas, com recordes e performance que impressiona pelo desenvolvimento do esporte paraolímpico. Estou impressionado com a preparação dos comitês nacionais. Temos medalhas conquistadas por atletas de países dos cinco continentes. O movimento paralímpico vem tendo evolução no Brasil. Isso mostra um país aberto ao esporte olímpico e paralímpico”, reforçou Carlos Arthur Nuzman, o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016.
Outro aspecto muito celebrado durante a conversa com os jornalistas diz respeito à venda de ingressos, que se aproximam da barreira dos 2 milhões de entradas, o que motivou públicos recordes no Parque Olímpico no fim de semana.
Os recordes mundiais até agora são 117 na natação, 30 no atletismo de pista, 12 ciclismo de estrada e 9 no levantamento de peso. E 28 recordes foram estabelecidos apenas no domingo.

























