Há suspeitas de que as dificuldades encontradas para doação de milhares de itens utilizados nas Olimpíadas Rio2016 tenha origem na própria Receita Federal do Brasil. Os auditores, que estão em campanha salarial, estariam potencializando os embaraços legais para inviabilizar a distribuição dos equipamentos e forçar os chamados leilões de mercadories.
Os problemas de restrição foram divulgados hoje pelo site O Antagonista. São quase 30 milhões de itens para a Vila Olímpica, como 22 mil camas e 10 mil televisores. Há centenas de computadores, ambulâncias e 20 mil smartphones Samsung que foram entregues aos atletas como parte do pacote de merchandising.
Nos corredores da Receita comenta-se que os auditores querem forçar os chamados “leilões de mercadorias”. É que a cada leilão, os auditores recebem um “bônus” que previsto no projeto de lei que tramita em regime de urgência na Câmara e que trata do reajuste dos servidores da Receita.
Segundo O Antagonista, o Comitê Olímpico não tem mais dinheiro para bancar a armazenagem desse material em depósitos no Rio, ao custo mensal de R$ 2,5 milhões.
























