A eleição para prefeito no maior colégio eleitoral da região do Entorno do Distrito Federal é uma das mais disputadas. O principal motivo não são as ideias dos seis candidatos a prefeito de Luziânia, mas questões políticas-partidárias que envolvem o prefeito Cristovão Tormin (PP). Ele foi afastado em fevereiro passado, mas retornou ao cargo em outubro.
O deputado Wilde Cambão (PSD) comemorou na tribuna da Assembleia Legislativa. Não foi sem motivo, já que Tormin é o principal cabo eleitoral do parlamentar na tentativa de chegar à prefeitura de Luziânia. Cambão aproveitou para dizer que vai “dar continuidade ao grande trabalho“ do seu mentor.
Hoje,, foi publicada uma notícia de que a denúncia de assédio sexual que motivou o afastamento de Tormin pela justiça de Goiás, teria sido uma armação do grupo político do deputado Diego Sorgatto (DEM), que tem como principal representante na cidade o vereador Telio Rodrigues. A notícia colocou mais lenha na fogueira da política local às vésperas da eleição.
A Professora Edna Aparecida (Podemos) acabou se transformando na adversária do prefeito. A vice-prefeita que assumiu por alguns meses o cargo, concorre nas eleições municipais e no site da prefeitura ainda aparece como prefeita. No TSE, a candidatura figura como `reeleição`.
Com mais de 200 anos, Luziânia é uma cidade referência em toda a região. É o sexto município mais populoso de Goiás com 208,9 mil habitantes, atrás de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis, Rio Verde e Águas Lindas de Goiás. O município tem 117.695 eleitores aptos a votarem neste domingo (15), entre 7 e 17 horas.























