O Ministério da Saúde informou neste domingo (13) que os pesquisadores que tiveram seus nomes citados no plano nacional de vacinação contra a covid-19 foram convidados a discutir a estratégia, mas não tiveram “poder de decisão na formalização do plano”.
O comunicado da pasta veio um dia depois de um grupo de 36 cientistas ter divulgado uma nota pública afirmando que não deu anuência ao documento apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF), embora seus nomes tenham sido citados como colaboradores. O ministério afirmou que os pesquisadores listados são técnicos convidados que se envolveram “de alguma forma, técnica e cientificamente, com alguns dos eixos de discussão do plano”.
“Vale destacar que os convidados especiais foram indicados ao Programa Nacional de Imunizações para participarem de debates, com cunho opinativo e sem qualquer poder de decisão”, diz a pasta. O grupo chamado “Eixo Epidemiológico do Plano Operacional Vacinação Covid-19” assessorou o governo federal na elaboração do plano de imunização, mas disse que só tomou conhecimento da existência de um documento final através da imprensa.
O plano do governo, por sua vez, pretende priorizar profissionais de saúde, idosos, indígenas, pessoas com comorbidades, professores, forças de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional, somando um total de 50 milhões de pessoas.





















