Milhares de pessoas participaram das festas da virada do ano em pontos organizados pelo governo de Brasília. Músicos de diferentes gerações compartilhassem o palco, conforme destacou o secretário de Cultura, Guilherme Reis.
“A gente fez uma festa ampla, democrática. Misturamos samba e rap. Foi uma festa para a juventude, para todas as cidades do DF”, contou.
Pelo menos 10 mil pessoas acompanharam o réveillon no Complexo Cultural da República, de acordo com estimativa da Polícia Militar do Distrito Federal. Na Praça dos Orixás, a Prainha, no Lago Sul, os adeptos de religiões de matriz africana participaram das cerimônias de chegada do novo ano e assistiram aos shows de músicos ligados à cultura afro.
O esquema de segurança deu tranquilidade à família do aposentado Moisés Lobo da Cunha. “Está bom porque tem bastante policiamento. Viemos por causa da festa como um todo e da queima de fogos”, explicou. “Gostamos muito”, afirmou a advogada Cynara Christina Correa à Agência Brasília.
Essa foi a primeira vez que o casal Leandro Borges e Daiane Borges passaram a virada do ano na Esplanada. “Ficamos sabendo pela televisão que haveria shows, e aproveitamos para ver os fogos”, contou o eletricista. A atendente, por sua vez, considerou adequada a estrutura montada. “Tá bem seguro e tem banheiros e posto médico. Gostei muito”, avaliou.
Paralelamente aos shows, também ocorreu a Feira Criativa do Réveillon 2017, no Museu Nacional, com exposição de objetos de design, obras de arte, artesanato, roupas e literatura independente produzidos no território.






















