Mendonça resolveu firmar “comprometimentos” com o Estado Democrático de Direito
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (1º), por 18 votos a favor e nove contrários, o nome do ex-ministro da Justiça e ex-Advogado-Geral da União, André Mendonça, ao Supremo Tribunal Federal. Agora, cabe ao Plenário da Casa decidir se o escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ocupar o lugar que ficou vago no Supremo após a aposentadoria do ex-ministro Marco Aurélio Mello.
Há pouco, o senador Marcos Do Val (Podemos-ES), arriscou que no plenário 51 senadores devem votar a favor de Mendonça. Em outras previsões, o número de votos favoráveis pode chegar a 55. A sessão no plenário presidida pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) deve ser aberta entre às 18h30 e 19 horas. A votação tem que ser presencial.
Em suas declarações iniciais, Mendonça resolveu firmar “comprometimentos” com o Estado Democrático de Direito, bem como com o Estado laico e com a igualdade jurídica “entre todas as partes”. “Na vida, a Bíblia; no Supremo, a Constituição”, declarou.

























