No ano passado, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega foi preso pela Polícia Federal em São Paulo. A prisão de Mantega foi solicitada pelo Ministério Público Federal (MPF) com base em um depoimento espontâneo de Eike Batista à força-tarefa da Lava Jato.
Ele disse que o ex-ministro pediu a ele o pagamento de R$ 5 milhões que seriam destinados ao PT. Isso teria ocorrido em 2012.
O dinheiro seria propina, segundo o MPF, decorrente da contratação pela Petrobras, por 922 milhões de dólares, de um consórcio formado pelas empresas Mendes Júnior e OSX para a construção das plataformas P-67 e P-70 para exploração de petróleo no pré-sal, segundo a Veja.
De acordo com o Ministério Público, Eike negou que o pagamento feito a pedido de Mantega tenha ligação com propina, mas a proximidade entre o pedido de recursos e a liberação de verbas da Petrobras para o consórcio, e o fato de o valor ter sido transferido no exterior para empresa do marqueteiro do PT João Santana e sua mulher, Mônica Moura, indicam que se tratava de propinas.
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