É cada vez mais grave uma guerra na Ucrânia que poderá envolver vários países e arrastar o mundo para uma crise
Nesta sexta-feira (11), o governo japonês elevou o aviso de perigo relacionado à estadia na Ucrânia para o nível mais alto e pediu aos seus cidadãos que deixem o país europeu.
O alerta japonês cita o “aumento das tensões“ fronteiriças entre Ucrânia e Rússia, que têm mobilizado esforços diplomáticos na região. O Ministério das Relações Exteriores do Japão emitiu um documento oficial com as novas instruções. A Holanda e a Coreia do Sul também fizeram o mesmo.
O governo brasileiro mantém um comunicado de que ainda não há uma situação que obriga a retirada de brasileiros da Ucrânia. O presidente Jair Bolsonaro (PL) mantém sua visita à Rússia no próximo dia 17. Os Estados Unidos é contra essa visita.
“Houve um aumento na presença militar da Rússia na fronteira com a Ucrânia, as tensões estão aumentando e a situação continua imprevisível”, diz o comunicado. A chancelaria japonesa citou ainda o início de exercícios militares entre Rússia e Belarus e a chegada de navios de guerra russos ao mar Negro como fatores de aumento da tensão regional.Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores do Japão, Yoshimasa Hayashi, se encontrou com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, em Melbourne, na Austrália.
A conversa bilateral aconteceu às margens de um encontro diplomático entre Japão, Índia, Austrália e EUA – o chamado Quad.Stephen Wood, diretor sênior da Maxar, disse à CNN que a empresa identificou novos grandes desdobramentos de tropas e equipamentos na Crimeia anexada, bem como em Kursk, no oeste da Rússia e na Bielorrússia, somando-se a um acúmulo militar já sem precedentes que alimentou temores no Ocidente sobre uma possível invasão russa.



















