Na volta às aulas, os professores das escolas públicas do Distrito Federal anunciaram, durante assembleia na manhã desta segunda-feira (13), próximo ao Palácio do Buriti, que deflagrarão greve a partir de 15 de março. Antes, haverá uma nova assembleia no dia 8 de março com grande perspectivas de confirmar o início da paralisação.
O movimento reivindica reajuste salarial de 18%, além de o aumento de 3,7% concedido na gestão do ex-governador Agnelo Queiroz. Também o pagamento de licenças-prêmio atrasadas para aposentados, aumento do tíquete-refeição, e isonomia salarial de professores com nível superior também estão na pauta da manifestação.
Assim, os professores do Distrito Federal se aliam às entidades de educação nacional, contra as reformas da previdência e do ensino médio.
Vale lembrar que os estudantes não são os responsáveis pelas promessas irresponsáveis de gestores anteriores, mas saem os mais prejudicados pela greve. Na verdade, o início oficial das aulas foi na sexta-feira (10).
Muitos pais ficaram revoltados porque não houve informação antecipada referente à assembleia da categoria. Segundo a Polícia Militar 500 docentes particiaram da assembleia desta segunda-feira (13). Já para o sindicato, pelos menos houve o comparecimento de 2 mil pessoas.






















