As portarias do Banco Central do Plano Safra não determinaram atrasos no pagamento do Banco Central, assim a presidente afastada Dilma Rousseff não pode ser acusada de atrasar repasses do Tesouro para a instituição financeira.
Esta foi em essência as afirmações dos ex-secretário de Planejamento Estratégico do Ministério do Planejamento, Gilson Alceu Bittencourt, e o ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, André Nasser. Os dois foram duas testemunhas de defesa de Dilma ouvidas nesta terça-feira na comissão especial de impeachment do Senado Federal.
A comissão volta a se reunir hoje, a partir das 11 horas, na quinta e na sexta-feira.
As testemunhas a serem ouvidas nesta quarta feira são Cilair Rodrigues de Abreu, ex-secretário adjunto da Secretaria de Orçamento Federal; José Geraldo França Diniz, ex-subsecretário de Orçamento e Administração do Ministério da Previdência Social; Walter Baere de Araújo Filho, consultor jurídico do Ministério do Planejamento; e Hipólito Gadelha Remígio, consultor legislativo do Senado da área de Orçamentos, Fiscalização e Controle.
Nesta quarta vence o prazo para que os membros da Comissão de Impeachment, a acusação e a defesa apresentem ressalvas, a respeito da junta técnica escolhida pela presidência para conduzir perícia sobre os documentos da denúncia do impeachment.
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