A confiança do consumidor voltou a subir em setembro e atingiu o maior valor desde janeiro de 2015. O índice medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) teve alta de 1,3 ponto percentual e atingiu 80,6 pontos.
Esta é a quinta alta seguida do indicador, que registrou seu menor valor em abril deste ano. Os indicadores de confiança são monitorados por agentes do mercado e pelo governo como forma de antecipar o início do processo de recuperação da economia, que atravessa uma forte recessão.
Para a coordenadora da pesquisa da FGV, Viviane Seda Bittencourt, a alta na confiança está sustentada mais na esperança de uma situação futura melhor do que na satisfação com o momento atual, o que afeta seu comportamento. “Mesmo após seis meses de melhora gradual das expectativas, a demora para que ocorra uma efetiva recuperação do mercado de trabalho ou da situação financeira das famílias vem levando à sustentação de uma postura cautelosa por parte do consumidor”, avalia. (Da Veja)

























