Pontos pacíficos para líderes partidários da Câmara são fatiar matérias da reforma política para ir votando aos poucos com maior certeza de acordo fechado e prisão do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não altera o andamento da Casa.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que até hoje não se recuperou do desgaste das indas e vindas do projeto de repatriação de divisas,que sucumbiu, foi quem convenceu aos demais parlamentares.
Votação de matérias da reforma política é só na segurança máxima de que não haverá surpresas de última hora.
Tudo foi selado mais cedo, em café da manhã na residência oficial de Maia, que não estava na agenda.
Já a partir da próxima semana, a comissão destinada a trabalhar em cima da reforma política dará início aos trabalhos.
Tanto a relatoria quanto ao cronograma que norteará as atividades será oficializado. Os principais temas a serem abordados são propostas para eleger deputados e vereadores, bem como a Lei Organica dos partidos e o não menos polêmico tipo de financiamento de campanha.
Movimento para valer nos plenários de ambas as Casas do Congresso Nacional só na próxima semana.
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