A direção do Partido dos Trabalhadores deu a mão à palmatória. Em sua publicidade na internet, em que chama para reuniões regionais, o cartaz é bem claro: “Diálogo itinerante pela reconstrução do PT”.
Na primeira bateria de discussão nesta segunda-feira no Rio de Janeiro, são apresentadas para discutir algumas figuras carimbadas, como Alberto Cantalice, vice-presidente nacional de Comunicação; Markus Sokol, Diálogo e Ação; e Wadih Damous, deputado federal.
Na pauta, “retomada dos compromissos históricos”. A crise do PT se agravou com as eleições municipais, quando obteve o pior resultado nas duas últimas décadas.
Para além de possíveis desvios éticos de integrantes da direção do PT, o que a crise que atingiu o partido em cheio demonstra, acima de tudo, é o estrondoso fracasso da política implementada pelo chamado Campo Majoritário. A raiz do problema é política e as saídas, portanto, são da mesma natureza, escreve Marco Aurélio Weissheimer, na revista Carta Maior.
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