Em mensagem de fim de ano, o presidente Michel Temer declarou, nesta quinta-feira (29), que pretende tocar as reformas fundamentais que foram aprovadas pelo Congresso Nacional, como o teto para os gastos públicos e a lei do Orçamento 2017. As conquistas são atribuídas a mais de 80% de apoio da base aliada. Em síntese, Temer classificou que o governo em 2017 será “reformista”.
Confira trecho da entrevista coletiva de Temer na Sessão de Áudio
O presidente comentou porque teve de vetar parcialmente a lei que trata da renegociação das dívidas dos estados. E sinalizou uma atenção maior com os estados que estão com as finanças mais deterioradas. “Vamos agora negociar com cada estado”, frisou.
Em relação às reformas a serem encaradas, além da Trabalhista e da Previdência Social em trâmite no Congresso Nacional, Temer informou que proporá uma reforma Tributária com o intuito de simplificar o sistema. Também sinalizou que promoverá avanços na reforma Política.
Durante pronunciamento, com formato de balanço de fim de ano, apesar de não responder a questões de jornalistas, Temer confirmou que realizará uma reforma ministerial por volta do início de 2017, não necessariamente nos primeiros dias.
O presidente acredita que com as medidas tomadas referentes ao ajuste fiscal o nível de desemprego deverá cair no segundo semestre do próximo ano. “É um tema angustian, penso eu, não quero também nem me iludir nem iludir ninguém. Será um tema que começará a ser, digamos assim, efetivado”, ou ainda “consolidado”.
























