Há pelo menos 22 novos nomes de políticos na lista de delações premiadas da Lava Jato, encaminhada pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal na última terça-feira. Na lista constam nomes de ministros, senadores e governadores.
Estão na “lista de Janot”, conforme o “Jornal Nacional”, os governadores de Alagoas, Renan Filho (PMDB); do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB); de Minas, Fernando Pimentel (PT); do Acre, Tião Viana (PT); e do Paraná, Beto Richa (PSDB).
Os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Jorge Viana (PT-AC), Marta Suplicy (PMDB-SP) e Lídice da Mata (PSB-BA).
São alvo de pedidos de abertura de inquérito os nomes dos deputados Marco Maia (PT-RS), Andrés Sanchez (PT-SP), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), José Carlos Aleluia (DEM-BA) e Paes Landim (PTB-PI).
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB), o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB), os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Edinho Silva, o ex-assessor da presidência Anderson Dorneles, e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
Cinco ministros das 29 pastas da gestão Temer – Marcos Pereira (PRB), da Indústria e Comércio Exterior, Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Kassab (PSD), das Comunicações, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), das Relações Exteriores -, além de parlamentares, a cúpula do Congresso e os ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff também são alvo dos pedidos.
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