A paralisação geral convocada para a próxima sexta-feira (28) tem como principal pauta protestar contra a reforma trabalhista. O requerimento para votação com urgência na Câmara foi aprovado na quarta-feira passada.
A principal motivação das centrais sindicais e dos sindicatos pode não ser, necessariamente, as mudanças da legislação trabalhista, mas por um detalhe que pouco interessa ao trabalhador. A verdadeira preocupação dos sindicalistas é o fim da contribuição sindical, o combustível que mantém as estruturas e os pelegos por anos à frente dessas entidades.
A promessa a é fazer a maior paralisação (greve como está na convocação) dos últimos 30 anos. Neste jogo, não há diferenças entre as oito centrais sindicais. Teoricamente elas representam 10 milhões de trabalhadores. Na teoria.
Segundo sindicalistas, a última grande paralisação envolvendo diversas categorias ocorreu em 1986, durante o governo Sarney, contra o Plano Cruzado.
Boletim assinado pela CUT, UGT, CTB, Força Sindical, CSB, NCST, Conlutas e CGTB, com tiragem de 2 milhões de exemplares, está sendo distribuído em cidades do Estado de São Paulo com críticas às reformas da Previdência e trabalhista.




















