A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Nacional de Educação, vinculado ao MEC travaram uma queda de braço, após o MEC ter homologado o curso de nível superior de Tecnologia em Serviços Jurídicos. A entidade dos advogados teceu inúmeras críticas e chamou de “estelionato educacional” a deliberação.
Segundo o MEC, o profissional de serviços jurídicos não é bacharel em Direito e nem advogado. O entendimento da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior é que o profissional do novo campo dará suporte técnico-administrativo a advogados e auditores jurídicos.
Para OAB nacional, que vem discutindo o tema mesmo antes da homologação pelo MEC, o surgimento de uma classe indefinida de profissionais “cria problemas ainda mais sérios às centenas de milhares de bacharéis em direito que hoje formam-se e não encontram posição favorável no mercado de trabalho.
Em meio à pressão, o ministério divulgou, nesta terça,25, nota, suspendendo por 120 dias o efeito da homologação, publicada no Diário Oficial do dia 18.
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.






















