A pressão por parte do governo federal para que a reforma da Previdência seja votada, ainda neste ano pelo menos, já ganha volume. O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que o déficit da Previdência vai chegar a R$ 202 bilhões em 2018.
Segundo ele, o rombo é “insustentável”. Na visão de Olivieira, trata-se de uma reforma essencial para a retomada do crescimento. A opinião é comungada por empresários de diversos setores.
Ao contrário do entendimento da oposição, o titular da pasta da Previdência acredita que o placar da votação — que arquivou a denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara dos Deputados — demonstrou força do governo. Para Oliveira, o resultado dá mais segurança ao Planalto para encaminhar reformas restantes, além da previdênciária.
Parlamentares da base aliada e da oposição defendem que a reforma política tenha prioridade ao invés da previdenciária. No caso da oposição, de olho na possibilidade de ver Lula da Silva candidato em 2018. Mas ambas miram nova regra para fundo de financiamento de campanhas eleitorais.






















