O Ministério Público Federal vai pedir ao juiz Jacques de Queiroz Ferreira que reconsidere a decisão de suspender o processo criminal do desastre em Mariana, marcado por 19 mortes.
O órgão informou que, se não for atendido, pretende recorrer ao Tribunal Regional Federal. A Justiça suspendeu nesta segunda-feira (7) o processo após acolher, em parte, pedidos feitos pelos advogados de defesa da Samarco e duas controladoras.
O juiz federal, que é de Ponte Nova (MG), suspendeu o processo criminal que acusa 22 pessoas de homicídio por envolvimento no rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, no dia 5 de novembro de 2015.
Entre os réus da ação, estão executivos da mineradora Samarco diretor-presidente licenciado da Samarco, Ricardo Vescovi, e do diretor-geral de operações da empresa, Kleber Terra, de suas controladoras, a Vale e a BHP Billinton, além de funcionários da empresa de engenharia VogBR.
Vale lembrar que uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) foi engavetada no Senado.
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