Enquanto tenta aprovar rapidamente as medidas econômicas enviadas ao Congresso, entre elas o aumento da meta de déficit fiscal para 2017 e 2018, o governo adiou mais uma vez a retomada da negociação sobre reforma da Previdência, apesar de manter a aposta na aprovação até o final deste ano, disseram à Reuters fontes palacianas.
“Entrou uma agenda econômica agora que é prioritária. A meta, refazer o Refis, reoneração, o pacote do funcionalismo. Tudo isso é prioritário”, disse uma das fontes à Reuters.
Depois de conseguir barrar no Congresso a denúncia por corrupção contra o presidente Michel Temer, o governo colocou novamente a reforma da Previdência como prioridade e passou a apostar em ter a Proposta de Emenda à Constituição aprovada na Câmara até a primeira quinzena de outubro.
























