Um olhar atualizado sobre a cena política

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Temer e aliados – o presidente Michel Temer cedeu à pressão dos aliados mais fiéis e começou a demitir indicados de parlamentares que votaram a favor da ação de Rodrigo Janot. Com isso, setores do PMDB e o Centrão saem vitoriosos no embate que ocorre dentro do governo. A decisão do presidente, porém, eleva o risco no processo de votação da segunda ação de Janot, que deve ser protocolada em breve.

Temer, Maia e Fufuca – com o presidente Temer em viagem oficial à China, Rodrigo Maia assume temporariamente o Planalto. Em seu lugar na Câmara entra o até então desconhecido André Fufuca (PP-MA), que está em seu primeiro mandato. Essa composição provisória torna altamente improvável a chance de aprovação, em plenário, de alguma proposição relevante.

Renca – a Justiça Federal expediu liminar suspendendo o decreto presidencial que extingue reserva nacional na Amazônia. A decisão judicial tem caráter provisório e deverá ser derrubada em breve. Mesmo assim, o assunto aumentou o desgaste do presidente Temer junto à opinião pública.

Reforma política – o tempo corre e a proposta de reforma política segue registrando avanços tímidos. Assim, são reais as chances de que o pleito de 2018 ocorra sob as regras atualmente vigentes.

Delação de Lúcio Funaro – aguardada há semanas pelo mundo político, finalmente a delação do doleiro Lúcio Funaro veio à tona. O responsável no STF pela Lava Jato, ministro Fachin, sugeriu alguns ajustes no material, mas ele deverá ser homologado. As declarações do doleiro atingem o coração do governo e gerarão novo período de fortes turbulências em Brasília, com consequências imprevisíveis.

Contas públicas – após o anúncio dos números fortemente negativos nas contas públicas em julho, o governo segue batalhando para aumentar a previsão de rombo em 2017 e 2018. O Planalto e a equipe econômica trabalham para atualizar esse rombo em R$ 159 bilhões nos dois anos. O resultado é um claro indicativo que Henrique Meireles e seu time, as estrelas do governo Temer, ainda precisam mostrar serviço.

Lula e a caravana nordestina – o saldo pífio da caravana de Lula pelo Nordeste mostra que crescem as chances de uma candidatura alternativa do PT para as eleições de 2018. Na bolsa de apostas, ganha força o nome de Fernando Haddad, em uma composição com o PSB. Em sua movimentação atual, Lula apenas mantém o PT em evidência no noticiário.

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