Os policiais civis do Distrito Federal farão nova assembleia geral extraordinária na próxima segunda-feira (26) à tarde, na frente do Palácio do Buriti. Eles querem um acordo com o governo distrital para o reajuste de salário e uma solução para a carga de trabalho que a categoria considera “extenuante”.
Os policiais estão em greve de 72 horas que termina neste sábado. No segundo semestre de 2016, os policiais também fizeram uma paralisação com os palanques e trios elétricos tomados por políticos.
As negociações salariais se arrastam desde o ano passado, em algumas reuniões que tiveram a participação do ministro do Planejamento, Dygo de Oliveira, do senador Romero Jucá (MDB-RR), líder do governo federal no Senado, e do governador Rodrigo Rollemberg. O dinheiro para cobrir o reajuste viria de um resíduo do Fundo Constitucional, que seria de R$ 600 milhões.
A folha de pagamento dos policiais civis e militares do DF é uma responsabilidade do governo federal, que faz o repasse ao governo distrital. Em novembro do ano passado, o líder do governo na Câmara Legislativa, deputado distrital Agaciel Maia (PR), chegou a propor uma reposição de 14%, com aumento da jornada de trabalho em uma hora. Este percentual seria concedido a partir de janeiro deste ano, mas não aconteceu.
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.























