A primeira entrevista coletiva do comando de intervenção do Rio de Janeiro após dez dias anunciada, frustrou os jornalistas, porque a maioria das respostas às perguntas foram deixadas de lado. Não houve respostas como recursos para as ações e uma maior integração das forças policiais e outras autoridades envolvidas na questão da criminalidade.
Informou-se que as corregedorias serão “reforçadas” para combater a corrupção nas corporações policiais e que há um “gargalo” no setor operacional, como falta de viaturas e de pessoal. Não houve respostas de quando e como essas questões serão atacadas.
De uma forma geral, as afirmações dos generais foram razas, onde poucas perguntas puderam ser feitas e não houve direito a questionamento para quem teve a oportunidade de fazê-la. A maioria será respondida por e-mail, como disse o general de quatro estrelas Braga Netto, o interventor. O decreto da intervenção foi aprovado pelo Congresso na semana passada.
Participaram da entrevista o general Braga Netto, o chefe de Gabinete de Intervenção Federal, general Mauro Sinott, e o novo secretário de Segurança, general Richard Nunes.


















