A Rússia expulsou 59 diplomatas de 23 países nesta sexta-feira e disse que se reservava o direito de agir contra outras quatro nações em impasse com o Ocidente após o envenenamento de um ex-espião russo e sua filha em solo britânico.
Moscou informou que a decisão foi tomada em resposta ao que chamou de demandas sem fundamentos para que seus próprios diplomatas deixem uma grande quantia de países majoritariamente ocidentais que se juntaram a Londres e Washington na censura aos russos pelo envenenamento de Sergei Skripal e sua filha Yulia.
No decorrer desta sexta-feira, o Ministério de Relações Exteriores da Rússia convocou autoridades diplomáticas seniores de Austrália, Albânia, França, Alemanha, Itália, Polônia, Países Baixos, Croácia, Ucrânia, Dinamarca, Irlanda, Espanha, Estônia, Letônia, Lituânia, Macedônia, Moldávia, Romênia, Finlândia, Noruega, Suécia, Canadá e República Tcheca.
A Rússia rejeita a acusação britânica de que estaria por trás do ataque e apontou as alegações como parte de um golpe elaborado do Ocidente para sabotar as relações entre Ocidente e Oriente e isolar Moscou.
O hospital em que a filha de Sergei Skripal está sendo tratada informou na quinta-feira que Yulia estava melhorando após passar três semanas em estado crítico devido ao uso da toxina no ataque.


























