Sem conseguir acabar com a greve dos caminhoneiros, o governo Michel Temer pressiona a Polícia Federal a acelerar investigações e prender suspeitos de dar suporte ilegal ao movimento, segundo o Valor. Nesta terça-feira, a greve prossegue no seu nono dia em vários pontos, sendo mais forte no Sul do Brasil.
Sindicalistas e representantes de caminhoneiros divergem sobre o fim da greve da categoria, e os rumos do movimento daqui para frente. Parte das lideranças defende a volta ao trabalho e denuncia influência externa. Outra parte quer seguir a mobilização por entender que nem todos os objetivos foram alcançados.
O diretor do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Ijuí (Sinditac-Ijuí), Carlos Alberto Litti Dahmer, afirmou que orientou que “cada um tome suas próprias decisões. Não temos mais controle [do movimento], nem confiamos no governo”, registra o Valor.
O Estadão informa que empresários já solicitaram às Forças Armadas 300 militares para dirigir caminhões que estão parados por causa da greve de seus motoristas, iniciada há nove dias. Há 1.500 militares de prontidão para atender à demanda.























