O estádio com maior capacidade de público na Copa de 2018 é o Luzhniki, o antigo Estádio Central Lênin, em Moscou. Nele ocorrem a abertura e a final do torneio deste ano. Mas mesmo com os cerca de 81 mil lugares disponíveis ocupados, o espaço não chegará nem perto do maior público já registrado em uma Copa do Mundo.
A Agência Lupa levantou algumas curiosidades sobre a competição que provoca paixões em todo o mundo.
Em 1950, 173.850 pessoas assistiram à final entre Brasil e Uruguai no Maracanã. Para se ter ideia, segundo o IBGE, apenas 167 dos mais de 5 mil municípios brasileiros tem população maior do que o público desse jogos. Naquele ano, o Uruguai levou a melhor: ficou com o título – e os brasileiros nunca mais esqueceram o Maracanazo.
68,9 mil pessoas foi a média de público da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos. É a maior da história das Copas.
A Copa do Mundo é realizada desde 1930, de quatro em quatro anos – com um hiato no período da segunda guerra mundial, que suspendeu as competições de 1942 e 1946. Desde lá, foram 20 edições até a última, no Brasil, em 2014. Nestes quase 90 anos de Copa, foram marcados 2.379 gols, uma média de 2,84 por partida.
224 é o número de gols feitos pela Alemanha em toda a história das Copas. É a seleção que mais marcou. Em seguida vem o Brasil, que foi às redes 221 vezes desde 1930. Os dois países também são os que disputaram mais jogos em Copas: 106 e 104, respectivamente.
Até 1966, as ‘chamadas de atenção’ em campo eram verbais – o que gerava muita confusão em um torneio que reúne seleções do mundo todo e, portanto, idiomas muito diferentes. Os cartões surgiram, então, como uma forma de universalizar essa linguagem e passaram a ser utilizados a partir da Copa de 1970, no México. Desde lá, foram 2.185 cartões amarelos mostrados. A média, maior que a de gols, é de 3,27 advertências por partida.
120 cartões, entre amarelos e vermelhos, levou a Argentina em todas as edições de Copa do Mundo, liderando o ranking dos times mais advertidos. Mas a média mais alta por jogo é da Eslovênia: 3,33 cartões por partida.
E em apenas duas edições ninguém foi mandado mais cedo para o chuveiro – em 1950 e em 1970. Em compensação, a Copa de 2006 foi a que teve o maior número de expulsões: 28 – e média de 0,44 por partida.
11 vezes um juiz mandou um brasileiro sair de campo mais cedo nas 20 edições da Copa. Com isso, o Brasil é a seleção com o maior número de expulsões no torneio. Mas a média mais alta por jogo é da seleção de Camarões, com 0,35 cartões vermelhos por partida.
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