A discórdia do cavalo pintado por crianças na Sociedade Hípica

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O que foi uma brincadeira de criança na colônia de férias na Sociedade Hípica de Brasília, pode acabar na delegacia de polícia. É o que promete a Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da OAB do Distrito Federal. Trata-se de um caso que ganhou as redes sociais no domingo e virou notícia local e nacional com a pintura de um cavalo branco usado como recreação pedagógica.

A polêmica ganhou força porque muita gente acha que o animal foi maltratado. É bom que se diga que esse tipo de atividade, para que as crianças interajam com o animal, não é nova no Distrito Federal. É usada uma tinta que não é tóxica, normalmente tinta guache. A foto foi apresentada no final de semana, mas ontem o cavalo já estava banhado quando a fiscalização apareceu.

A imprensa informou que os fiscais do Ibama e o Ibram estiveram no domingo pela manhã na escola e não viram maus-tratos. “Depois, confirmamos ter sido na hípica. Lá, eles disseram se tratar de uma atividade lúdica, que o cavalo era um animal resgatado e acompanhado por veterinários”, explicou a representante da OAB-DF, Ana Paula Vasconcelos.

Em todo o caso, os organizadores da colônia de férias terão que apresentar uma justificativa por escrito do que chamaram de atividade lúdica.

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