O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, recebeu um empurrão e tanto para que o PDT faça a coligação em torno da eleição majoritária. A decisão do PSB de optar pela neutralidade nas eleições presidenciais tem efeito imediato no DF, que ficou de fora da resolução anunciada esta tarde e que vai ser votada na convenção nacional do PSB, prevista para o dia 5.
Na resolução, o PSB obriga os diretórios regionais a fazer coligações com o PT, como em Pernambuco. Naquele estado, O PT retira a candidatura de Marília Arraes para coligar na reeleição do governador Paulo Câmara (PSB). O acordo também ajuda o governador de São Paulo, Márcio França (PSB), que vai apoiar a candidatura do tucano Geraldo Alckmin à Presidência da República.
Em troca, o PT pede a saída de Márcio Lacerda da disputa em Minas Gerais, de acordo com fontes ouvidas pela Reuters. Lacerda está em terceiro lugar, atrás do senador Antonio Anastasia (PSDB) e do atual governador, Fernando Pimentel (PT). A estimativa é que em 14 estados pessebistas estejam no mesmo palanque que petistas.
A neutralidade do PSB acaba com a última chance de Ciro Gomes formar uma aliança significativa para as eleições e deixa o pedetista, que também tentou cooptar o chamado blocão (DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade) e o PCdoB, isolado. Em sete dos nove estados do Nordeste,o PSB apoiará o candidato a presidente que o PT indicar.























