O candidato à Presidência pelo Novo lançou o seu programa de governo que mexe com direitos trabalhistas
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Romeu Zema, do Partido Novo, lançou as bases de seu Programa de governo à presidência da República. Isso é bom, em meio a candidatos melhor posicionados, que não tem nada de novo para apresentar. Ou não tem propostas.
Agora, vamos aos problemas. Romeu Zema é igual a árvore de eucalipto. Nada nasce perto.
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Ele passou mais de sete anos governando Minas e não elegeu nenhum deputado estadual, federal ou senador.
Ele defende ideias como privatizar tudo que for possível, prender todo mundo que puder, tirar direitos trabalhistas que forem possíveis. Ele é de Minas Gerais, coração do Brasil, mas esquece que o Brasil são muitos brasis.
Ele quer acabar com a Zona Franca, que industrializou a Amazônia, mas não diz o que pôr no lugar. Ele não sabe o que dizer para 20 milhões de nordestinos que vivem no semiárido.
Zema diz que é contra um país de intocáveis, não é crítica ao STF, que as merece, mas defende que o intocável Jair Bolsonaro seja perdoado.
Ao lado de gente com a cara do Brasil injusto, diz que quer ouvir mais ideias para o Brasil. Você pode não concordar com as ideias dele, mas ele tem o direito de as ter.






















