Lula não pode concorrer à Presidência da República

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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga votou há pouco contra do pedido de registro de candidatura do ex-presidente Lula da Silva (PT) à Presidência da República nas eleições de outubro. Com o voto do ministro, o placar da votação está em 4 votos a 1 pela impugnação do registro do ex-presidente. Bo final do julgamento, o placar foi de 6 a 1 contra o registro. Veja texto completo. Atualizado às 0h45.

O Misto Brasília transite ao vivo a sessão de julgamento

Gonzaga diz que decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU não reverte enquadramento de Lula na Lei da Ficha Limpa. Com o voto de Admar, TSE terá maioria de votos contra a candidatura de Lula. Está votando neste momento o ministro Tarcísio Veira, que segue na linha do relator Luís Barroso. Falta votar a ministra Rosa Weber, presidente do TSE.

O ministro Og Fernandes também acompanhou voto de do relator ministro Luís Barroso pela rejeição do registro de candidatura de Lula. O ministro Jorge Mussi afirmou que Lula é inelegível, conforme a Lei da Ficha Limpa, e que decisão do Comitê de Direitos Humanos da ONU em seu favor não vincula o Brasil.

Já o ministro Edson Fachin afirmou que Lula é “inelegível por força da denominada lei da ficha limpa”, mas “diante da consequência que entendo e que extraio da medida provisória do comitê de direitos humanos, obtém o direito de paralisar a eficácia da decisão que nega o registro de sua candidatura”

Barroso votou para TSE rejeitar registro da candidatura de Lula. Relator defende que decisão da Corte tenha efeito imediato e petista não possa praticar atos de campanha 

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