O candidato Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 33% dos votos, dez pontos à frente de Fernando Haddad (23%), que subiu sete pontos em sete dias, segundo a primeira pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira (24) e realizada no final de semana pelo Instituto FSB/BTG Pactual.
Ciro Gomes (10%), Geraldo Alckmin (8%), Marina Silva (5%), João Amoêdo (3%), Henrique Meirelles (3%).
Ciro Gomes, foi às redes sociais contra o rival do PSL, Jair Bolsonaro, aproveitando o embalo da polêmica envolvendo propostas do economista Paulo Guedes na área tributária. Em um vídeo postado na noite de ontem no Twitter, o pedetista afirmou que Bolsonaro, embora diga que não planeja aumentar impostos, vai recriar a extinta Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF) e unificar a alíquota do Imposto de Renda em 20%.
Retomar obras públicas paralisadas é um dos principais caminhos para combater o desemprego no País, segundo avaliação de dois dos três presidenciáveis mais bem situados nas pesquisas eleitorais de intenção de voto e com chance de ir para o segundo turno, segundo divulgou o DCI.
Centrais sindicais divulgaram no sábado uma nota de repúdio ao candidato Jair Bolsonaro. A nota chama o presidenciável de “anti-trabalhador” e diz que ele é “antidemocrático, intolerante com minorias, que faz apologia da violência, e pela sua conivência com práticas repugnantes, como a defesa de torturadores”.
Geraldo Alckmin atacou os banqueiros. “Eu não vou ser pau mandado de banqueiro. O meu senhor é o povo. Vou trabalhar para os mais pobres, fazer o Brasil crescer e ter um País mais justo”, afirmou o tucano – que pretende alterar regras para a entrada de instituições financeiras no País. Hoje, de acordo com ele, há um decreto pelo qual bancos estrangeiros dependem de aval do presidente para ingressar no mercado local.




















