Os bandidos voltaram provocar uma explosão na cidade de Fortaleza na noite passada. O alvo foi o viaduto da rua Dr. Joaquim Bento, que cruza a avenida Washington Soares, na Messejana. O ataque marcou o nono dia da onda de violência que atinge o estado do Ceará. Com essa ocorrência, são 200 ataques em 47 municípios do estado, com efeitos sobre os serviços públicos à população.
Os criminosos reclamam da fiscalização nos presídios, como a retenção de celulares e a separação de facções. Por conta das transferências determinadas pela justiça, presídios estão lotados. Somente de lideranças, as transferências chegam a 21 na contagem feita ontem pelo governo estadual. Já o número de prisões ou detenções chegam a quase 300.
Os autores dos ataques não escolhem alvos. Além das explosões em vias públicas, ônibus queimados e no patrimônio público, até uma banda de forró teve os instrumentos e o ônibus queimado. A Fubá de Milho foi atacada na madrugada da última terça-feira (08). O ônibus estava na oficina.
Sobre os impactos no comércio, a diretora executiva da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Estado do Ceará (Abrasel CE), Taiene Righeto, acredita que a queda de consumidores foi pela metade se comparado com o mesmo período do ano passado. No Diário do Nordeste, o presidente do Sindicato de Restaurantes, Bares, Barracas de Praia, Buffet’s e Similares do Estado do Ceará (Sindirest), Moraes Neto, garante que já está tudo voltando a normalidade.























