No ano passado o governo federal expulsou 643 servidores efetivos, a maioria (65,8%) envolvidos em corrupção, segundo relatório divulgado hoje pela Controladoria-Geral da União. É o maior número em 16 anos, quando se iniciou a série histórica que leva em conta a administração direta e autarquias. No comparativo com 2017, houve um crescimento de 27%.
Foram registradas recebimento de propina, improbidade administrativa, lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio, além de outras ocorrências.
O relatório da CGU informa que foram 516 demissões de funcionários efetivos; 89 cassações de aposentadorias; e 38 destituições de ocupantes de cargos em comissão. As outras razões que mais afastaram servidores negligência (21) e a participação em gerência ou administração de sociedade privada (6). Casos enquadrados como “Outros”, totalizaram 32 punições.
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