Um planeta de extremos

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Esta semana a Terra está a vivendo situações extremas. Enquanto em algumas regiões dos Estados Unidos se alcançaram temperaturas mínimas de cerca de 40 graus Celsius negativos – o que já causou pelo menos doze mortes –, na Austrália as temperaturas ultrapassaram os 40 graus positivos nalguns locais. Esta onda de calor desencadeou uma seca severa e incêndios florestais devastadores.

E a situação parece que não vai melhorar: as previsões para a maior parte do território australiano apontam que, entre 1º de fevereiro e 30 de abril, a probabilidade de as temperaturas ficarem acima da média é de 70%, segundo o Gabinete Australiano de Meteorologia, citado pela Reuters.

Mesma temperatura foram registradas no Brasil em cidades como Cuiabá, Florianópolis (veja as imagens na seção vídeo ao lado) ou no Rio de Janeiro. Em Brasília, a temperatura também está bem alta e com frequência chega aos 30 graus positivos. Além disso, as chuvas previstas para janeiro pelo terceiro ano consecutivo ficaram abaixo do esperado.

Nos Estados Unidos, 14 estados do Centro-Oeste e do Leste do país estão em alerta devido ao vórtice polar que lançou um manto de frio, com as temperaturas a chegarem aos 40 graus Celsius negativos. Contudo, em algumas zonas do Dacota do Norte e do Sul, de Wisconsin e Minnesota, a sensação térmica pode alcançar mesmo os 56 graus negativos.

Este frio extremo já causou pelo menos 12 mortes, segundo a agência Reuters. Essas mortes estão relacionadas com acidentes de carros ou outro tipo de exposição a este frio. Além disso, houve ainda centenas de outros acidentes rodoviários, incluindo uma colisão em cadeia com cerca de 12 carros em Grand Rapids, no Michigan, segundo um meio de comunicação local citado pela Reuters.

Mais de 2500 voos já foram cancelados ao longo do país e mais de 3500 estavam atrasados esta quinta-feira. Várias escolas, serviços públicos, estações de correios têm estado encerrados. E têm sido divulgados vídeos que mostram que o gelo nas intersecções dos carris dos comboios em Chicago tem de ser derretido com as chamas de aquecedores a gás.

Este frio extremo tem sido causado por um vórtice polar no Árctico, uma grande área de baixa pressão que rodeia o Pólo Norte do planeta e que enfraquece no Verão e se intensifica no Inverno. “Em muitas ocasiões, durante o Inverno do hemisfério Norte, o vórtice polar expande-se e envia o seu ar frio para sul”, explica-se no site do NWS. “Isto acontece regularmente durante o Inverno e está sobretudo associado a ondas de frio extremo provenientes do Árctico para os Estados Unidos.” Alguns exemplos são as ondas de frio extremo de 1977, 1982, 1985, 1989 e 2014. (Com o site Público)

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