O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), defendeu que cabe somente ao presidente Bolsonaro decidir sobre uma possível demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebibanno. Para Waldir, o presidente precisa levar em consideração o trabalho feito por seu subordinado durante a campanha eleitoral do ano passado, em que o PSL teve um crescimento exponencial em todo o País.
Bolsonaro afirmou, em entrevista à RecordTV, que determinou à Polícia Federal e ao ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, a abertura de um inquérito para apurar acusações de que o PSL teria financiado candidaturas de laranjas. Bebianno era o presidente da sigla durante as eleições e foi um dos primeiros nomes a ser anunciado como ministro.
O ministro Bebianno afirmou à GloboNews na noite de ontem, que não tem intenção de se demitir do cargo após ser desmentido publicamente por Jair Bolsonaro e pelo filho do presidente, Carlos Bolsonaro.
Mais cedo, Carlos Bolsonaro usou o Twitter para desmentir Bebianno, que dissera ter conversado três vezes com o presidente por telefone sobre as denúncias contra o PSL. Em meio a crise, o PSL passou a ser a bancada com maior número de deputados na Câmara. Agora o partido tem 55 parlamentares. A segunda bancada é o PT com 52. (Com agências)




















