Construção civil puxa novas contratações após a recessão

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O último levantamento do IBGE indica que o Distrito Federal registrou uma queda de quase 1% no índice do desemprego no último mês. É um reflexo positivo, embora lento, do que aconteceu no ano passado em todo o Brasil, quando foi registrado um saldo positivo de 529,5 mil empregos formais.

Os ventos que sopram depois da calmaria da recessão ajudam na geração de empregos na construção civil, setor responsável pelo maior número de contratações. A MRV, por exemplo, fechou 2018 com 8.048 novos trabalhadores. Hoje, a maior construtora da América Latina possui 27.500 colaboradores diretos e indiretos.        

Segundo Teresa Raquel de Rabelo Campos, gestora executiva de desenvolvimento humano da construtora, “com a economia brasileira dando sinais de melhoras isso naturalmente refletirá no mercado de trabalho, com maior volume de contratações e maior número de posições ofertadas”.

Há duas semanas, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou um plano que promete criar 1 milhão de empregos sem subsídios do governo. A retomada das 4.738 obras do governo federal que se encontram paradas é um ponto prioritário. “Isso é emprego na veia”, afirmou. “E não é em uma cidade A, B, ou C, é em todo o País”, disse o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

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