General teme que a reforma administrativa não seja votada

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O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, admitiu que há riscos do Congresso alterar a Medida Provisória da reforma administrativa e obrigar o Executivo a recriar alguns ministérios. Para ele, a matéria está “acima de conceitos ideológicos, do conceito de facção e de grupos”.

O ministro disse esperar que os parlamentares tenham bom senso e reflitam sobre os impactos que tais alterações poderão trazer para o futuro do País. São nove medidas provisórias que podem caducar se não forem votadas até a próxima semana. Uma delas é esta da reforma administrativa.

Sobre rumores recentes de que Bolsonaro poderia demitir o ministro da Secretaria de Governo, general da reserva do Exército Carlos Alberto Santos Cruz, o porta-voz general Otávio Rêgo Barros disse que a posição de Bolsonaro sobre o assunto é “vida que segue”.

Remanescente dos governos Dilma e Temer, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, tem sido elogiado dentro e fora do Planalto, pelos resultados que vem alcançando em meio a um tumultuado início de governo. Só nos 100 primeiros dias de gestão, foram 23 leilões de ativos – incluindo aeroportos, terminais portuários e a ferrovia Norte-Sul –, com previsão de gerar R$ 8 bilhões em investimentos, destaca o Estadão, que o coloca como o 3.º superministro do presidente Bolsonaro. (Com agências de notícias)

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