O diretor da Vigilância Ambiental em Saúde da Secretaria da Saúde do Distrito Federal foi exonerado. O motivo da demissão de Petrônio da Silva Lopes seria a falta de carros fumacês para eliminar focos do mosquito da dengue. Na Secretaria da Saúde informou-se que não foi o caso de demissão, mas de um pedido de desligamento. Pelo sim ou pelo não, já há um substituto: Rômulo Henrique da Cruz.
O serviço que lança o inseticida foi interrompido há uma semana, porque o galpão onde a mistura é preparada, em Taguatinga Norte, está sendo reformado após interdição pelo Ministério Público do Trabalho por uma série de irregularidades. O serviço não tem previsão de retorno.
O Distrito Federal passa por uma crise na saúde e o aumento de casos da doença provocados pelo Aedes aegypti só tem preocupado. A boa notícia é que a chegada do período de seca deve favorecer a queda no número de casos de dengue no Distrito Federal. No período mais crítico deste ano, já somam 17.304 casos prováveis da doença. A média de incidência acumulada foi de 557,97 casos por grupo de 100 mil habitantes no DF. O patamar de baixa transmissão é menor do que 100 casos por 100 mil habitantes.
Na Secretaria da Saúde, o gerente da Gerência de Vigilância das Doenças Transmissível, Fabiano Martins, afirmou que a situação epidemiológica está associada a dois fatores – a introdução do novo sorotipo, agravado pelo fato de que, nos últimos 20 anos, houve predominância da dengue do tipo 1, e as condições climáticas.





















