Capitão da Marinha morre após tortura na Venezuela

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Um militar detido na Venezuela, sob a acusação de envolvimento num suposto plano de golpe de Estado e assassinato do presidente Nicolás Maduro, morreu em consequência de tortura, denunciaram neste sábado (29) membros da oposição, a esposa da vítima e ativistas de direitos humanos.

“Confirmamos o assassinato do capitão de corveta Rafael Acosta Arévalo […], que foi torturado de maneira selvagem e brutal”, disse o líder oposicionista e autoproclamado presidente interino do país Juan Guaidó, em vídeo divulgado no Instagram e no Twitter.

Sem responder às denúncias de tortura, o procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, prometeu uma investigação “objetiva, independente e imparcial” sobre a morte do capitão, um dos 13 detidos nos últimos dias após a denúncia do suposto plano para derrubar Maduro. Em comunicado, o governo Madurou afirmou que o próprio presidente pediu a Saab “uma completa e exaustiva investigação que esclareça esta morte”, que classificou de “lamentável”. (Da DW)

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