A bancada do Distrito Federal votou em peso no texto principal da reforma da Previdência. Dos oito parlamentares, dois foram contra. São eles: Érika Kokay (PT) e Professor Israel Batista (PV). Foram favoráveis Kia Bicis (PSL), Celina Leão (PP), Flávia Arruda (PL), Júlio César Ribeiro (PRB), Luís Miranda (DEM) e Paula Belmonte (Cidadania).
O placar havia sido antecipado pelo Misto Brasília. Veja os vídeos com Bia Kicis e Flávia Arruda, que comentam a votação logo após a apresentação do painel de votação.
A aprovação do texto-base da reforma da Previdência com ampla margem em votação na Câmara dos Deputados foi recebida com euforia no Ministério da Economia e aplausos no gabinete do ministro Paulo Guedes, afirmou uma fonte que participou do momento, segundo levantamento da Reuters.
Em condição de anonimato, a fonte apontou que o placar de 379 votos a favor da Proposta de Emenda à Constituição foi melhor que a mais otimista das previsões no ministério.
O maior “racha” ocorreu na bancada do PSB, que havia orientado seus parlamentares a votar contra a reforma. Onze dos 32 deputados acabaram votando a favor do texto, como os parlamentares Emidinho Madeira (MG), Jefferson Campos (SP) e Liziane Bayer (RS), segundo levantamento de O Globo.
No PDT, oito dos 27 parlamentares votaram favoravelmente à reforma, contrariando a determinação do partido. O presidente do PDT, Carlos Lupi, havia sinalizado que poderia expulsar parlamentares da legenda que votassem a favor da reforma. O líder da legenda na Câmara, André Figueiredo (CE), chamou de “futuros traidores” deputados que desobedecessem a orientação.
Além de Tabata, votaram a favor do texto os pedetistas Alex Santana (BA), Subtenente Gonzaga (MG), Silvia Cristina (RO), Marlon Santos (RS), Jesus Sérgio (AC), Gil Cutrim (MA) e Flávio Nogueira (PI). [Veja o vídeo com a deputada Tabata na seção vídeo]
No PL, apenas o deputado Tiririca (SP), entre 38 parlamentares, contrariou a indicação partidária e votou “Não”.
No PSD, apenas dois dos 36 parlamentares votaram contra a reforma, entre eles Wladimir Garotinho (RJ), filho do ex-governado do Rio Anthony Garotinho. Sua irmã Clarissa Garotinho também contrariou a orientação do seu partido, o PROS, e votou contra a mudança nas aposentadorias.
O PSL (partido do presidente Jair Bolsonaro), DEM (do presidente da Câmara, Rodrigo Maia), MDB, Novo, Patriota e Podemos votaram em bloco a favor da reforma, sem qualquer voto contrário entre seus parlamentares. No PSDB, que também declarou apoio à reforma, apenas a deputada Tereza Nelma (AL) votou contra o texto.
Os partidos que votaram juntos contra a reforma, sem qualquer racha entre seus deputados, foram PT, PCdoB e Psol.
























