Maia tem expectativa, mas deputados esvaziam votação da reforma

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, mantém a expectativa de votar toda a reforma da Previdência ainda esta semana, mas admitiu que, se houver falta de quórum para garantir a votação, o segundo turno pode ficar para o segundo semestre. ATUALIZADA ÁS 14h30

Foi rejeitada uma emenda aglutinativa apresentada pelo PDT para alterar o pedágio em uma das regras de transição da reforma da Previdência (PEC 6/19). Foram 195 votos a favor e 296 contra. Para a aprovação, seriam necessários 308 a favor. Os deputados continuam a análise dos destaques apresentados ao texto-base aprovado em primeiro turno na quarta-feira (10).

Maia concedeu entrevista coletiva no início da madrugada desta sexta, após encerrar a votação no Plenário. Ele avalia ainda que pode ser arriscado deixar o segundo turno para sábado, já que pode correr o risco de desmobilização dos parlamentares que podem retornar para suas bases eleitorais.

Ele disse que é preciso ter um quórum alto nas votações dos últimos destaques e garantir a economia pretendida da reforma. Segundo o presidente, os três últimos destaques do PT, se aprovados, podem impactar em aproximadamente R$ 100 bilhões, anotou a Agência Câmara. Ele avaliou que os destaques aprovados até agora têm uma previsão de perda de arrecadação que não passam de R$ 25 bilhões.

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