A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) avisou na tribuna do Senado e depois numa conversa com o Misto Brasília, que talvez peça a criação de uma CPI para investigar os preços das passagens aéreas. Ela disse que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) não regula os preços das passagens aéreas, o que acaba provocando distorções nos valores e a criação de um monopólio no setor.
Pela manhã, a Comissão de Infraestrutura do Senado realizou uma audiência sobre as tarifas aéreas. Assim como Kátia Abreu, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) criticou a política de preços do querosene, o combustível que garante a frota no ar. “O preço do querosene está muito alto, porque foi atrelado às cotações praticadas na bolsa do golfo do México”, observou Kátia numa crítica à Petrobras.
Além da Anac, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) também lava as mãos quando o assunto é o preço das passagens. Na prática, quem define os preços são as próprias companhias aéreas. Na reunião, segundo informou a Agência Senado, o representante do Cade Ricardo Castro informou que o órgão já vem investigando preços praticados em Natal e Palmas, a partir de requerimentos enviados recentemente por senadores.
PARTICIPAÇÃO DO LEITOR
Participe desta discussão
Compartilhe sua opinião sobre este assunto. As participações passam por análise editorial antes de qualquer utilização no site.























