O dia amanheceu bem mais tranquilo nesta quinta-feira na embaixada da Venezuela, depois que os venezuelanos ligados ao autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, e reconhecido como líder legítimo da nação vizinha pelo Brasil, deixaram o prédio no final da tarde de quarta-feira. A ocupação aconteceu desde o início da madrugada.
Os aliados de Guaidó, que afirmaram terem tido o acesso liberado por servidores da representação diplomática, deixaram a embaixada pelos fundos. Foi feito um acordo para que saíssem do local e não fossem presos, afirmaram funcionários da embaixada.
A ocupação temporária abriu uma tensa disputa entre aliados de Guaidó com diplomatas partidários do presidente venezuelano Nicolás Maduro que acusou o grupo de invasão do local.
Em entrevista, o encarregado de Negócios do governo de Nicolás Maduro no Brasil, Freddy Meregote, afirmou que o grupo entrou violentamente na embaixada. “Violentaram o que representa o território venezuelano no Brasil”, criticou. A embaixadora de Guaidó em Brasília, María Teresa Belandria, disse que orientou a saída do grupo e agradeceu o apoio do governo brasileiro.




















