Especial sobre homossexualidade – Ser drag salvou minha vida

drag queen
Branda Max diz que personagem deu mais “liberdade de ser quem eu sou como artista e como pessoa”/Rafaela Moreira/Divulgação
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Texto e fotos de Isabella Alvarenga e Rafaela Moreira

Brenda Max, 22 anos, começou a se montar em 2018. Ser drag queen é uma arte que “abriu meus olhos para enxergar o universo de uma outra forma”. Para a transformista, a liberdade de expressão passou por um processo de transformação que a tornou mais “desbocada”.

Em maio de 2019, ela ganhou a primeira edição do concurso UnB Drag Race e espera que evento aconteça novamente em 2020. Drag Queen é uma forma de arte que pode ser expressada independente da orientação sexual ou identificação de gênero.

A montagem da drag está relacionada com a forma pessoal de representar feminilidade e a transformação não é apenas física, mas de vida.

A escolha do nome Brenda é uma maneira de homenagear a sua personagem favorita do filme “Todo Mundo em Pânico”. Já o sobrenome Max faz referência ao tio dela, que na década de 90 era drag queen. Para ela, a arte se transformar está no sangue de sua família.

(Autores das reportagens especiais Alan Marques (professor), e os alunos do UniCeub Isabella Alvarenga, Rafaela Moreira, Paloma Cristina, Letícia Teixeira, Luiz Fernando Santos, Mateus Arantes, Renato Queiroz, Ana Luisa França, Beatriz Artigas, Luisa Barmeli, Adna Evelin,  Julianne Belo Gabriela Arruda, João Paulo Brito e Sara Meneses)

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