O governo do estado voltou permitir a flexibilização do isolamento social essa semana, com base no Decreto n° 9.685, editado em junho, que instituiu a quarentena intermitente no estado, com duas semanas de suspensão de atividades e duas semanas de permissão de funcionamento. A quarentena mais rígida vigorou até o último dia 13 de julho. Nesta etapa, apenas o funcionamento das atividades essenciais estava autorizado.
A partir do dia 14 de julho, o comércio não-essencial em Goiás passou a funcionar, incluindo bares e restaurantes, que podem operar com no máximo 50% da capacidade. Igrejas e templos para celebrações religiosas também puderam voltar a funcionar por mais 14 dias.
Independentemente da flexibilização da quarentena, algumas atividades continuam suspensas pelo decreto estadual nas duas fases da quarentena intermitente, tais como eventos públicos e privados que geram aglomeração de pessoas; aulas presenciais nas instituições de ensino público e privada; cinemas, teatros, bares, boates, academias e salões de festa/jogos.
Apesar do decreto estadual da quarentena intermitente, em Goiás as prefeituras municipais vêm adotando suas próprias regras de isolamento social. Em Goiânia, por exemplo, o prefeito Iris Rezende afirmou que manterá a quarentena flexível mesmo após o fim do período de 14 dias previsto pelo governo estadual. Em Aparecida de Goiânia, segunda cidade mais populosa do estado, há um decreto municipal com regulação própria para o funcionamento do comércio, o que também ocorre em Anápolis, terceira maior cidade goiana.
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