A Secretaria da Saúde e o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde informaram que a capital federal não corre o risco de faltar oxigênio hospitalar. A garantia foi dada neste sábado (16). “Não vamos sofrer com falta de oxigênio”, assegura o subsecretário de Atenção à Saúde, Alexandre Garcia, de acordo com informações da assessoria da secretaria.
O estoque está no nível esperado, de acordo com o governo distrital, e “nosso contrato com a empresa que nos fornece o produto é por metro cúbico consumido. No pico de incidência da Covid-19 em 2020, de julho a agosto, não faltou oxigênio. Portanto, não há que se preocupar com isso.”
No início de dezembro do ano passado, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Distrito Federal advertiu que a capital corria o risco de passar pela mesma situação de Manaus. A empresa Air Liquide, que fornece gases medicinais, entre eles oxigênio para os pacientes, poderia suspender o fornecimento e retirar seus equipamentos dos hospitais e centros de saúde caso o Governo do Distrito Federal não quite os débitos atrasados e regularize os pagamentos.
Uma das maiores fornecedoras de oxigênio hospitalar no Brasil, a empresa White Martins, afirmou que enfrenta um “cenário de crise sem precedentes” e que “vem se agravando a cada dia”, particularmente no Amazonas. No estado, a disseminação do novo coronavírus (SARS-CoV-2) e o aumento exponencial do número de casos da covid-19 sobrecarregou as unidades de saúde da capital, Manaus. A escalada da doença causou a falta de oxigênio medicinal em hospitais públicos e privados.


